sábado, 25 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Passei a ocupar meu dias pensando sobre o que, afinal, é isso que todo mundo enche a boca para chamar de amor, como se fosse algo simplificado: defina em meia dúzia de frases, é fácil, querida. É fácil? Pois a querida não entende como uma palavrinha simples formada por apenas duas vogais e duas consoantes pode absorver um universo de sensações contraditórias, diabólicas, insensatas, incandescentes e intraduzíveis. O que é amor? Já tentei explicar a mim mesma e, por mais que tente, jamais conseguirei atingir a essência dessa anarquia que dispensa palavras.
- Martha Medeiros
sábado, 4 de fevereiro de 2012
O amor é bonito, sim. É aprendizado, é luta diária, é glória, é superação, é vontade, é cumplicidade, intimidade, amizade. E acima de tudo o amor precisa ser paciente. Muito paciente. Tem que entender que tudo tem sua hora. Que às vezes a distância dói, machuca e lateja. Amar de longe não é fácil. É complicado não acordar com aquele cheiro, aquele calor do corpo, aquele abraço. É doloroso não ter aquela voz no ouvido, aquele colo, aquela risada boa e boba. Pode ser logo ali, naquela cidade que fica a quarenta e cinco minutos de avião. Pode ser lá longe, em outro país. Pode ser em outro estado. Pode ser do outro lado do oceano. Não importa: a saudade arde. Mas serve para nos mostrar como o outro é importante. Serve para mostrar como pequenas coisas fazem falta. A saudade faz a gente prestar mais atenção no outro. E, principalmente, a saudade mostra o que é de verdade. Porque só os amores guerreiros sobrevivem ao tempo e à distância.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
;~ È facil ver no teu sorriso que já superou, tudo o que eu fiz não foi possível, nada adiantou, não foi amor correspondido e agora o que restou, foi a distância entre nós e essa maldita dor. Sei que meus pensamentos insistem em te perseguir, mais tô me acostumando aos poucos sem você aqui. Veja bem, mais que bobeira a minha pensar que um dia me amou igual, tudo bem, o tempo vai passando e vou me conformando que nada foi real . . .
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